Brasileiro está receptivo ao Mobile Marketing
Estudo feito pela MMA Latam apontou que usuários estão altamente interessados nesse tipo de publicidade
Mariana Ditolvo
Instaurada na América Latina em junho desse ano, a Mobile Marketing Association (MMA) acaba de divulgar os resultados do primeiro estudo focado no perfil dos usuários de telefones celulares do continente. Realizada entre internautas do Brasil, México e Argentina, a pesquisa ouviu 1,3 mil pessoas - 437 no Brasil - e apontou a região como um forte mercado para o desenvolvimento da comunicação entre marcas e consumidores utilizando a plataforma móvel.
No que diz respeito ao perfil dos brasileiros entrevistados, o levantamento mostra que o recurso mais valorizado na hora de adquirir um equipamento ainda é a câmera fotográfica embarcada com 89% seguida pelos fones de ouvido sem fio e tecnologia Bluetooth com 85%. "A procura do brasileiro pela conectividade via Bluetooth surpreendeu bastante e mostra que o mercado deve olhar com mais atenção para as campanhas que envolvam esse recurso. Até então não se sabia se esse tipo de ação era bem-vinda, mas a pesquisa mostrou que vale a pena trabalhar em cima deste formato", acredita Terence Reis, diretor gerente da MMA para a América Latina.
De forma geral, os dados mostram que o brasileiro está bastante receptivo ao mobile marketing, uma vez que 74% mostraram interesse alto ou moderado em receber esse tipo de publicidade e 72% se disseram dispostos a integrarem as listas de permissão das operadoras (Opt-in). Do total entrevistado, 17% afirmaram já terem tido algum contato com a publicidade móvel.
Quando questionados sobre os tipos de publicidade desejados, os pesquisados escalonaram em primeiro lugar o recebimento de mensagens com alertas de ofertas, mensagens com ações de relacionamento pós-compra de produtos e serviços, sorteios e mensagens baseadas em serviços de localização. "Entre os brasileiros, as formas de publicidade móvel que registraram menos interesse foram as que incluem votações e anúncios puros. Comparado com Argentina e México, o interesse por cupons promocionais se mostrou menor", comenta Reis.
O acesso à internet móvel - outro elemento analisado - ainda se mostra embrionário mesmo entre os mais jovens, que ainda consideram altos os custos de pacotes de dados praticados pelas operadoras. No Brasil, 24% disseram utilizar o recurso, sendo que apenas 6% o fazem diariamente. "Estes números mostram que o uso da internet móvel tem potencial, mas ainda deve conseguir maior penetração para se desenvolver como espaço publicitário diferenciado e eficiente", prevê o diretor.
Segundo Reis, o Brasil foi o país que apresentou as melhores perspectivas para o desenvolvimento do canal na América Latina tanto em razão do tamanho do mercado e da receptividade da população às novas tecnologias quanto pelo histórico de investimentos publicitários. Com o estudo em mãos, a MMA Latam agora tem a missão de começar a balizar o mercado de forma a estabelecer os formatos e regulamentar o uso da mídia. "Hoje temos um cenário em que os mundos mobile e publicitário ainda não entendem um ao outro. Os resultados agora serão devidamente traduzidos para os dois mundos o que facilitará o entendimento e desenvolvimento das ações", pretende.
FONTE: Meio&Mensagem
Mostrando postagens com marcador mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídia. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Mídia: Setor de telecomunicações discute futuro
Massificação da banda larga será o grande desafio; também foram comentadas as recentes alterações regulatórias propostas pela Anatel
Na terça-feira, 4, representantes do setor de telecomunicações, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e parlamentares discutiram o futuro do setor. Em debate as tendências do mercado e também as recentes alterações regulatórias propostas pela Anatel. Mudanças programadas ainda para 2008 e que garantirão uma das principais novidades do setor: a fusão da Brasil Telecom e Oi, que resultará em uma grande empresa nacional de telefonia.
O conselheiro da Anatel, Antônio Bedran, destacou que as alterações nos marcos votadas pela agência reguladora nas últimas semanas se configura como uma dos principais avanços no sentido de manter a modernização e o crescimentos da oferta dos serviços à população. Para ele, o extraordinário crescimento do setor verificado ao longo dos últimos 11 anos foram possíveis graças às mudanças realizadas no passado e o que está sendo feito agora é para dar continuidade a esse processo.
"O mercado futuro foi considerado nas mudanças propostas pela Anatel. Premissas e objetivos para dinamizar o mercado foram consideras. Um esforço para massificação da banda larga, principalmente para pessoas de baixa renda", disse o conselheiro.
Assim como a Anatel acredita que o futuro do setor seja a oferta de uma plataforma de serviços de dados mais moderna e eficaz, os representantes das empresas do setor também vêm na banda larga como o grande trunfo das telefônicas. A tão falada massificação do serviço deverá sim se concretizar nos próximos anos, como avaliam os empresários. No entanto eles pedem que além de regulamentos modernos, o governo faça reformas que garantam menor incidência de impostos sobre o setor.
Na terça-feira, 4, representantes do setor de telecomunicações, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e parlamentares discutiram o futuro do setor. Em debate as tendências do mercado e também as recentes alterações regulatórias propostas pela Anatel. Mudanças programadas ainda para 2008 e que garantirão uma das principais novidades do setor: a fusão da Brasil Telecom e Oi, que resultará em uma grande empresa nacional de telefonia.
O conselheiro da Anatel, Antônio Bedran, destacou que as alterações nos marcos votadas pela agência reguladora nas últimas semanas se configura como uma dos principais avanços no sentido de manter a modernização e o crescimentos da oferta dos serviços à população. Para ele, o extraordinário crescimento do setor verificado ao longo dos últimos 11 anos foram possíveis graças às mudanças realizadas no passado e o que está sendo feito agora é para dar continuidade a esse processo.
"O mercado futuro foi considerado nas mudanças propostas pela Anatel. Premissas e objetivos para dinamizar o mercado foram consideras. Um esforço para massificação da banda larga, principalmente para pessoas de baixa renda", disse o conselheiro.
Assim como a Anatel acredita que o futuro do setor seja a oferta de uma plataforma de serviços de dados mais moderna e eficaz, os representantes das empresas do setor também vêm na banda larga como o grande trunfo das telefônicas. A tão falada massificação do serviço deverá sim se concretizar nos próximos anos, como avaliam os empresários. No entanto eles pedem que além de regulamentos modernos, o governo faça reformas que garantam menor incidência de impostos sobre o setor.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Mídia: Empresas de telecomunicações continuarão investindo
Empresas de telecomunicações continuarão investindo
Crise econômica não afeta planos de companhias no Brasil, segundo discursos na abertura da Futurecom, em São Paulo
Mariana Ditolvo
Em meio a um cenário de instabilidade econômica mundial, as empresas de telecomunicações brasileiras ou com operação no País não cessarão seus investimentos. Os discursos alentadores vindos de companhias como Grupo Telefonica, Embratel, Portugal Telecom e HP tomaram conta dos painéis que abriram a 10ª edição da Futurecom, nesta terça-feira, 28.
"Precisamos aproveitar o momento do mercado de telecomunicações e o potencial de crescimento do Brasil para conseguir destaque entre concorrentes e projeção mundial", disse Antonio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefonica. "De nossa parte, o que posso garantir é que manteremos a tendência de alta nos investimentos vinda desde o ano passado", afirmou.
A visão otimista também é a seguida pela Embratel. De acordo com Maurício Vergani, diretor executivo da companhia, o setor vive um momento muito particular e especial pois a infra-estrutura já se mostra madura para a tão esperada convergência e as necessidades de agregar valor aos negócios fará com que as empresas deixem de focar na venda de tecnologias para antecipar as necessidades e otimizar invetimentos de seus clientes.
"A crise vai fazer disparar a preocupação com o consumidor e vai acabar gerando oportunidades únicas de desenvolvimento para o País. Para o ano que vem, não apenas manteremos como aumentaremos nossos investimentos", comentou. Segundo o deputado federal Jorge Bittar, as empresas estão certas em continuar seus investimentos, uma vez que - apesar da escala mundial - a crise não tende a atingir todas as nações na mesma proporção e a modernização e adesão de novas tecnologias são essenciais para que o Brasil continue na rota do desenvolvimento. "Esse é um momento de riscos e oportunidades e o devemos aproveitá-lo para sair dessa crise mais fortalecidos e melhor posicionados em um mundo mais distribuído", afirma.
O deputado também disse acreditar que agora é a hora de continuar estabelecendo práticas saudáveis de concorrência, promover ainda mais a inclusão digital e batalhar para a liberação de recursos como o Fust, para avançar em aspectos como oferta de banda larga. "Tenho reais esperanças de que o Fust seja finalmente utilizado em benefício do setor. Faltava alterar a parte legislativa da questão, atitude que está sendo tomada pela Senado e pela Câmara. Acredito, realmente, que ele deverá sair do papel", disse Bittar.
FONTE: Meio&Mensagem online
Crise econômica não afeta planos de companhias no Brasil, segundo discursos na abertura da Futurecom, em São Paulo
Mariana Ditolvo
Em meio a um cenário de instabilidade econômica mundial, as empresas de telecomunicações brasileiras ou com operação no País não cessarão seus investimentos. Os discursos alentadores vindos de companhias como Grupo Telefonica, Embratel, Portugal Telecom e HP tomaram conta dos painéis que abriram a 10ª edição da Futurecom, nesta terça-feira, 28.
"Precisamos aproveitar o momento do mercado de telecomunicações e o potencial de crescimento do Brasil para conseguir destaque entre concorrentes e projeção mundial", disse Antonio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefonica. "De nossa parte, o que posso garantir é que manteremos a tendência de alta nos investimentos vinda desde o ano passado", afirmou.
A visão otimista também é a seguida pela Embratel. De acordo com Maurício Vergani, diretor executivo da companhia, o setor vive um momento muito particular e especial pois a infra-estrutura já se mostra madura para a tão esperada convergência e as necessidades de agregar valor aos negócios fará com que as empresas deixem de focar na venda de tecnologias para antecipar as necessidades e otimizar invetimentos de seus clientes.
"A crise vai fazer disparar a preocupação com o consumidor e vai acabar gerando oportunidades únicas de desenvolvimento para o País. Para o ano que vem, não apenas manteremos como aumentaremos nossos investimentos", comentou. Segundo o deputado federal Jorge Bittar, as empresas estão certas em continuar seus investimentos, uma vez que - apesar da escala mundial - a crise não tende a atingir todas as nações na mesma proporção e a modernização e adesão de novas tecnologias são essenciais para que o Brasil continue na rota do desenvolvimento. "Esse é um momento de riscos e oportunidades e o devemos aproveitá-lo para sair dessa crise mais fortalecidos e melhor posicionados em um mundo mais distribuído", afirma.
O deputado também disse acreditar que agora é a hora de continuar estabelecendo práticas saudáveis de concorrência, promover ainda mais a inclusão digital e batalhar para a liberação de recursos como o Fust, para avançar em aspectos como oferta de banda larga. "Tenho reais esperanças de que o Fust seja finalmente utilizado em benefício do setor. Faltava alterar a parte legislativa da questão, atitude que está sendo tomada pela Senado e pela Câmara. Acredito, realmente, que ele deverá sair do papel", disse Bittar.
FONTE: Meio&Mensagem online
Marcadores:
cenário econômico,
marketing,
Meio e Mensagem,
mídia
Assinar:
Postagens (Atom)
