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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Panasonic lançará fax que não consome papel

Você pode se perguntar qual é a utilidade de um fax atualmente, já que existe a internet. Mesmo assim, a Panasonic inventou um aparelho do tipo que não consome papel, para quem ainda gosta de usar essas máquinas.



O usuário poderá enviar um fax com o auxílio de um teclado e display embutido na máquina. Além de digitar mensagens, também será possível mandar documentos salvos do Word. O problema da falta de papel é que ninguém mais poderá receber um documento assinado, por exemplo. Para não ter mais dor de cabeça, o melhor seria simplemente abandonar o fax de uma vez por todas.

O curioso é que uma fabricante deste tamanho não lançaria um produto se não tivesse mercado para ele. Preço e data de lançamento do fax não foram divulgados.

Fonte: http://www.techguru.com.br/

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Marketing: Brasileiro está receptivo ao Mobile Marketing

Brasileiro está receptivo ao Mobile Marketing

Estudo feito pela MMA Latam apontou que usuários estão altamente interessados nesse tipo de publicidade

Mariana Ditolvo

Instaurada na América Latina em junho desse ano, a Mobile Marketing Association (MMA) acaba de divulgar os resultados do primeiro estudo focado no perfil dos usuários de telefones celulares do continente. Realizada entre internautas do Brasil, México e Argentina, a pesquisa ouviu 1,3 mil pessoas - 437 no Brasil - e apontou a região como um forte mercado para o desenvolvimento da comunicação entre marcas e consumidores utilizando a plataforma móvel.

No que diz respeito ao perfil dos brasileiros entrevistados, o levantamento mostra que o recurso mais valorizado na hora de adquirir um equipamento ainda é a câmera fotográfica embarcada com 89% seguida pelos fones de ouvido sem fio e tecnologia Bluetooth com 85%. "A procura do brasileiro pela conectividade via Bluetooth surpreendeu bastante e mostra que o mercado deve olhar com mais atenção para as campanhas que envolvam esse recurso. Até então não se sabia se esse tipo de ação era bem-vinda, mas a pesquisa mostrou que vale a pena trabalhar em cima deste formato", acredita Terence Reis, diretor gerente da MMA para a América Latina.

De forma geral, os dados mostram que o brasileiro está bastante receptivo ao mobile marketing, uma vez que 74% mostraram interesse alto ou moderado em receber esse tipo de publicidade e 72% se disseram dispostos a integrarem as listas de permissão das operadoras (Opt-in). Do total entrevistado, 17% afirmaram já terem tido algum contato com a publicidade móvel.

Quando questionados sobre os tipos de publicidade desejados, os pesquisados escalonaram em primeiro lugar o recebimento de mensagens com alertas de ofertas, mensagens com ações de relacionamento pós-compra de produtos e serviços, sorteios e mensagens baseadas em serviços de localização. "Entre os brasileiros, as formas de publicidade móvel que registraram menos interesse foram as que incluem votações e anúncios puros. Comparado com Argentina e México, o interesse por cupons promocionais se mostrou menor", comenta Reis.

O acesso à internet móvel - outro elemento analisado - ainda se mostra embrionário mesmo entre os mais jovens, que ainda consideram altos os custos de pacotes de dados praticados pelas operadoras. No Brasil, 24% disseram utilizar o recurso, sendo que apenas 6% o fazem diariamente. "Estes números mostram que o uso da internet móvel tem potencial, mas ainda deve conseguir maior penetração para se desenvolver como espaço publicitário diferenciado e eficiente", prevê o diretor.

Segundo Reis, o Brasil foi o país que apresentou as melhores perspectivas para o desenvolvimento do canal na América Latina tanto em razão do tamanho do mercado e da receptividade da população às novas tecnologias quanto pelo histórico de investimentos publicitários. Com o estudo em mãos, a MMA Latam agora tem a missão de começar a balizar o mercado de forma a estabelecer os formatos e regulamentar o uso da mídia. "Hoje temos um cenário em que os mundos mobile e publicitário ainda não entendem um ao outro. Os resultados agora serão devidamente traduzidos para os dois mundos o que facilitará o entendimento e desenvolvimento das ações", pretende.

FONTE: Meio&Mensagem

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sete grandes idéias de tecnologia que fracassaram na realidade

Sete grandes idéias de tecnologia que fracassaram na realidade

Mesmo brilhantes, algumas idéias de tecnologia não conseguiram decolar. Confira sete exemplos marcantes.

Às vezes, uma idéia relacionada a tecnologia é boa demais para ser verdade. Teclado flexível, eleição pela internet e filmes no smart phone são alguns exemplos. Apesar de estarem evoluindo, estes conceitos continuam “quebrados”.

Confira, nessa reportagem especial preparada pelo Computerworld dos Estados Unidos, sete grandes idéias que não conseguiram virar realidade. Pelo menos por enquanto.

1. PCs ultracompactos - Ultramobile PCs (UMPC), mobile information devices (MID) ou subnotebooks, são quase indistinguíveis de um bom smart phone. O BlackBerry 8820, por exemplo, com GPS embutido e cliente de e-mail, é um dispositivo melhor do que o Samsung Q1 Ultra.

O Apple iPhone é um computador mais inteligente, empolgante e utilizável do que praticamente qualquer MID, como o novo protótipo da Toshiba. E o OQO tem mais potência do que um UMPC comum, mas a tela é igualmente pequena.

2. Internet via satélite - O maior problema com os provedores de internet via satélite é a política de uso aceitável (PUA) que adotam. Ela penaliza os usuários que fazem muitos downloads ao reduzir sua velocidade a quase nada e, depois, acrescentar velocidade lentamente em um período de 24 horas. É o que fazem a provedoras norte-americanas WildBlue e a HughesNet.

Como a internet não se destina mais só a e-mail e simples navegação, há provedores de internet, tais como Charter Communications e Qwest, que não reduzem a velocidade. Outros, incluindo a Comcast, talvez usem técnicas de “gerenciamento de rede”, mas não são tão agressivos quanto os provedores via satélite. Se a tecnologia e a velocidade melhorarem, poderá ser uma opção sólida.

3. Gerenciadores de contatos - Há outros métodos com os quais gasta-se menos tempo. Por exemplo, buscar nomes e endereços no Gmail.com. Para enviar um novo e-mail, basta digitar uma parte de um nome para obter o endereço completo. Para nomes que não estão contidos ali, há catálogos de endereços online como o YellowPages.com ou LinkedIn.com.

Entretanto, um bom gerenciador de contatos poderia funcionar como o iPhone. Ele veria o número de telefone em um e-mail e permitiria clicar com o botão direito do mouse e acrescentar o nome e o número de telefone a um banco de dados automaticamente no Gmail. O banco de dados seria inteligente o suficiente para saber se um número de telefone já está associado a um nome existente e removeria duplicatas automaticamente. Alguns gerenciadores de contatos chegam perto, como o Now Up-to-Date & Contact, mas ainda envolvem processos manuais.

4. Adaptadores de streaming digital - Apesar de terem nomes diferentes como Apple TV, Netgear Digital Entertainer e Sonos, todos fazem a mesma coisa: transferem música, vídeo e fotos do PC no escritório para a HDTV na sala de estar. Eles se destinam a resolver um dilema: um PC simplesmente não funciona como uma televisão.

O teclado e o mouse foram concebidos para uma mesa, não um sofá. Estes adaptadores acrescentam mais um appliance a um centro de entretenimento já superlotado de DVRs e consoles de games.

A solução? Colocá-lo na própria televisão. A Hewlett-Packard deu o pontapé inicial com o MediaSmart TV, mas funcionaria melhor como um recurso padrão, mais aberto – não apenas baseado no Windows Media Extender, mas suportando qualquer formato de mídia sobre Wi-Fi.

5. Vídeo no telefone - Uma tela de telefone é pequena demais para vídeo e até o iPod Touch pode causar cansaço nos olhos quando se assiste a um filme longo. Em se tratando de tecnologia nova, é bom lembrar que qualquer coisa que se faça uma ou duas vezes e é difícil (encher um smart phone de videoclipes, por exemplo), muitas vezes não vale o esforço.

Até mesmo o iPhone é fraco para exibir filmes, mas a memória de estado sólido finalmente está ficando mais barata, e faz sentido carregar filmes em um dispositivo móvel. Interessante seria ter Bluetooth embutido em HDTVs para poder projetar um filme em alta resolução do telefone ou projetor para o telefone (como a tecnologia Pico que está sendo desenvolvida pela Texas Instruments) ou uma porta mini-DVI.

6. Eleição via internet - A idéia de votação pela internet agrada porque quanto mais fácil for o processo, mais pessoas vão votar. Neste momento, o conceito se encontra em um estágio preliminar porque os leitores de impressão digital ou outra forma de biometria qualquer não se tornaram onipresentes ou infalíveis.

Praticamente todo laptop corporativo tem um leitor de impressões digitais, mas uma eleição precisa de algumas precauções extras para evitar fraude. A idéia funcionará quando todos os monitores forem multitouch, o reconhecimento facial for corriqueiro e seguro e existir um meio de criptografar a conexão para dirimir qualquer dúvida.

7. Teclados flexíveis - Teclados flexíveis e dobráveis como o Brando ou o Eleksen ElekTex parecem um bom substituto para um teclado padrão e poderiam ajudar os usuários de celular a digitar mais rápido quando viajam com seus smart phones. Na prática, é quase impossível digitar rápido nestes modelos “de armar”. Será que existe uma maneira de melhorar um teclado padrão? A Microsoft e a Logitech International continuam tentando e acrescentando botões e recursos extras.

As telas multitouch não serão populares tão cedo e o reconhecimento de fala, mesmo que cada palavra seja perfeitamente entendida, ainda dificulta a correção de erros. O Laser Keyboard sinaliza uma verdadeira revolução: futuramente, todos os teclados serão mais táteis, com teclas mais responsivas e um “feel” mais ergonômico – e talvez alguém descubra como dobrá-los.

FONTE: Computer World